quinta-feira, 22 de agosto de 2013

TER CORAGEM E PERSISTÊNCIA

                
 Nos primeiros momentos qualquer pessoa se sente tímida, constrangida, com medos.
Mas aos poucos,diz
o professor LUCIANO, a música vai adoçando o coração e
 a mente se liberta e o dançarino SURGE.

REFLEXÕES








                           


 

 

JUNTOS POR UM CORAÇÃO SAUDÁVEL








CORPO SÃO MENTE SÃ

ABRIGO DOS BONDES

 

 CONVITE

o professor LUCIANO CONVIDA
A VOCÊ PARA PARTICIPAR TAMBÉM
HORÁRIO: 10:00 às 11:30 horas
todas as quintas feiras


 

PINTE SUA VIDA DANÇANDO


Traga seu filho e sua filhinha para fazer parte do projeto
ARTE DE DANÇAR,COM O PROFESSOR LUCIANO MOTTA

A ALEGRIA

                   

Breakdance 1984 Break Dance TOP

Beat Street Roxy Battle

Breakdance (1984)

Hip Hop Classics Vol.1

Hip Hop Music 2

Hip Hop Workout Music Mix 2013 VOL 1

Os Lelek - QQ isso lelek (CLIPE OFICIAL) TOM PRODUÇÕES 2013

HORTO DO BARRETO/PALMIR SILVA

 
Idosos também têm a oportunidade de se exercitar no Projeto Gugu. As aulas são realizadas na quadra do parque. Foto: Marcelo Feitosa
   PROJETOS QUE ENCANTAM
  JOVENS,CRIANÇAS E IDOSOS
   PARABÉNS A TODOS ELES..


         

 

PROJETO ARTE DE DANÇAR VISITA CÂMARA MUNICIPAL DE NITEROI




 Nossos idosos participam sempre das programações desta conceituada casa Legislativa.
Agradeço  em nome de todos os idosos a colaboração e apoio, recebido
pelo Presidente, Vereador Paulo Bagueira ,que sempre valorizou o nosso
trabalho.
Visto que seu objetivo maior é trazer para o povo Barretense uma melhor qualidade de vida.








Image

Câmara Municipal de Niterói


  • Endereço: Av. Ernani do Amaral Peixoto, 625 - Centro, Niterói, 24020-072
    Telefone:(21) 2613-6818



    VOCÊ ENCONTRA O PROFESSOR LUCIANO EM ABRIGO DOS BONDES

    ÀS  SEGUNDAS FEIRAS NO HORÁRIO DE 15:00 ÀS 17:00 HS

    VENHA PARTICIPAR TAMBÉM

    PROGRAMAÇÃO DAS AULAS NO HORTO PALMIR SILVA



                            



     TODOS OS SÁBADOS

    de :8:30 às 10:00 hs ............DANÇA PARA IDOSOS

    de 10:00 às 11;30 hs ........DANÇA PARACRIANÇAS

    de 11:00às 14:30 hs ...........DANÇA PARA JOVENS


    LEMBRAMOS  QUE AS AULAS SÃO GRATUITOS

    TELEFONES DO PROFESSOR LUCIANO

    tel:   21   27205140

    cel   76349160

    quarta-feira, 21 de agosto de 2013

    PENSAMENTO OSHO

     





    "Se as pessoas dançarem um pouco mais, cantarem um pouco mais,
     tornarem-se um pouco mais loucas, as energias delas fluirão

     mais, e seus problemas desaparecerão pouco a pouco. 
    Desse modo, eu insisto na dança." 
    Osho

    A DANÇA HOJE EM DIA




    "Então, o que pode ser considerado dança hoje em dia? Tudo."



    "(...) É dança (...) desde que essa dança seja feita com a intenção de aprimorar a arte, e não apenas como expressão pessoal de um modismo passageiro."



    "É dança o que de bom se fez no passado, o que de bom se faz agora e o que de bom se fará no futuro, e será aquilo que contribuir efetivamente, aquilo que se somar positivamente às experiências vividas por gerações de artistas que dedicaram suas existências ao plantio e cultivo de uma arte cujos frutos surgem agora, não apenas nos nossos palcos, mas nas telas dos nossos cinemas e dos nossos televisores, deixando de ser algo cultivado por uma pequena elite para se transformar num meio de entretenimento dos mais populares nas últimas décadas."



    (...) Qual seria a melhor forma de apreciar a dança? O ideal seria que o apreciador possuísse conhecimentos históricos e técnicos que lhe permitissem usufruir plenamente o espetáculo representado à sua frente. (...) No entanto, gosto não se discute (...) todos temos o direito de eleger a forma de dança que mais nos agrada e a ela dar o nosso patrocínio. Só não temos é o direito de denegrir aquilo que menos nos agrada em favor do nosso gosto pessoal. Não gostar de uma coisa não nos dá o direito de chamá-la de "droga" ou de "horrível", principalmente porque há outras pessoas para quem o inverso é a verdade."



    "(...)A dança, como todas as artes, deve ser repetitiva, no sentido de que uma boa obra deve despertar a vontade de revê-la sempre (...) Caso contrário, deixa de ser arte e passa a ser peça de consumo, que se usa e se joga fora. Isso seria a negação completa da dança como arte, um retrocesso intelectual indigno da nossa era."



    "(...) A curiosidade artística de cada um de nós não deve ser cerceada pela opinião de quem quer que seja."



    - FARO, Antônio José. Pequena História da Dança, 7ª Edição. Rio de Janeiro: Zahar, 2011.





    Contribuição de Tauani de Aquino Lacerda - Graduanda do Curso de Licenciatura em Dança da UFRGS



    PENSAMENTOS SOBRE A DANÇA

    Não é o ritmo nem os passos que fazem a dança, mas a paixão que vai na alma de quem dança.”
    Augusto Branco


    Bailarina tem que melhorar tudo, sempre.”
    Ana Botafogo

    "Se as pessoas dançarem um pouco mais, cantarem um pouco mais, tornarem-se um pouco mais loucas, as energias delas fluirão mais, e seus problemas desaparecerão pouco a pouco. Desse modo, eu insisto na dança." Osho


    "Ela dança a dança do ventre, sente o corpo todo a envolver e na sua dança tão leve e contente sente a sua alma estremecer. Por alguns momentos sai daqui da terra viaja no tempo. A moça bonita dança por prazer, dança para si, dança para viver.”
    Desconhecido

     

     

    Seja você o seu referencial.
     Construa o seu padrão. Seu nome é sua marca. Se você se respeita, seu nome será respeitado e você estará plantando a semente do reconhecimento com muita tranquilidade, sem estar investindo em neurose sobre ela.”
    Luciaurea

    E aqueles que foram vistos dançando foram julgados insanos por aqueles que não podiam escutar a música.”
    Friedrich Nietzsche

    "Quem não ouve a melodia acha maluco quem dança."
    Oswaldo Montenegro

    "Dançar é sentir, sentir é sofrer, sofrer é amar... Tu amas, sofres e sentes. Dança!"
    Isadora Duncan

    "Perdido seja para nós aquele dia em que não se dançou nem uma vez!"
    Friedrich Nietzsche

    "Se você pode andar, você pode dançar. Se você pode falar, você pode cantar."
    Provérbio africano

    "Não tento dançar melhor do que ninguém. Tento apenas dançar melhor do que eu mesmo."
     Mikhail Baryshnikov
    O bailarino é um esportista filosófico: precisa trabalhar o corpo e ao mesmo tempo entender os problemas que vivemos. Maurice Béjart - Coreógrafo francês

    Encontre muito mais frases aqui: Frases de DANÇA (http://www.frasesefrases.org/frases-de-danca/) ;)
    O bailarino é um esportista filosófico: precisa trabalhar o corpo e ao mesmo tempo entender os problemas que vivemos. Maurice Béjart - Coreógrafo francês

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    O bailarino é um esportista filosófico: precisa trabalhar o corpo e ao mesmo tempo entender os problemas que vivemos. Maurice Béjart - Coreógrafo francês

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    O bailarino é um esportista filosófico: precisa trabalhar o corpo e ao mesmo tempo entender os problemas que vivemos. Maurice Béjart - Coreógrafo francês

    Encontre muito mais frases aqui: Frases de DANÇA (http://www.frasesefrases.org/frases-de-danca/) ;)Não tenha medo da perfeição, ela não existe!Não tenha medo da perfeição, ela não existe!

    A APLICABILIDADE DO PENSAMENTO FILOSÓFICO NA ARTE EDUCAÇÃO

     

    “Não se deve ensinar pensamentos, mas a pensar; não se deve carregar o aluno, mas guiá-lo se quer que ele seja apto no futuro a caminhar por si próprio. [...] Ampliar a aptidão intelectual dos jovens que nos foram confiados e formá-los para um discernimento próprio [...] Semelhante procedimento tem a vantagem de que o aprendiz, mesmo que jamais chegue ao último grau, como em geral acontece, terá sempre ganho alguma coisa com o ensino e se terá tornado mais atinado, senão perante a escola, pelo menos perante a vida."
    Immanuel Kant(1)

    INSCRIÇÃO PARA UMA LAREIRA

     
    A vida é um incêndio: nela
    dançamos, salamandras mágicas
    Que importa restarem cinzas
    se a chama foi bela e alta?
    Em meio aos toros que desabam,
    cantemos a canção das chamas!

    Cantemos a canção da vida,

    na própria luz consumida...
    Mario Quintana

    INCLUSÃO SOCIAL/MATÉRIA DO JORNAL O FLUMINENSE




    Inclusão social pela dança derruba limites para os alunos especiais

    Por: Roberta Thomaz 11/06/2012


    Aulas de hip-hop transformam a vida de portadores de síndrome de down, e ajudam, principalmente na interação com as pessoas e no afastamento da depressão


    A dança é uma forma de expressão humana que, além de prevenir fatores de risco para saúde, também pode contribuir para a inclusão social. Consciente desses benefícios, Luciano Motta, professor de hip-hop da Urban Dance Center, mergulhou num grande desafio: direcionou suas aulas a portadores de Síndrome de Down.

    “A iniciativa surgiu de uma conversa com duas amigas, a Cláudia e a Conceição, que têm sobrinhas especiais. Muitas vezes, os portadores de Síndrome de Down são tratados como doentes e deixados de lado pela sociedade. A turma começou com três pessoas e, hoje, já está com dez”, orgulhou-se o professor.

    As aulas acontecem todos os sábados, às 8h, no Parque Palmir Silva, no Barreto. Inicialmente, os alunos dançam um tema livre para que “se soltem e possam ser observados”. Assim, o professor elabora as atividades de acordo com os limites e dificuldades de cada um. De acordo com a funcionária pública Cláudia Sudré, tia de Anna Carolinne Sudré, de 24 anos, a dança contribuiu para o amadurecimento da sobrinha.

    “A atividade resgatou a confiança da Carolinne, que amadureceu muito. Ela agora quer falar, fazer e acontecer. Além disso, passou a trabalhar melhor o limite de espaço”, afirmou.

    Colega de trabalho de Cláudia e tia da jovem Gabrielle dos Santos, de 20 anos, Conceição Santos destaca a importância da inclusão social de pessoas portadoras de necessidades especiais.

    “A inclusão é linda na teoria, mas complicada na prática. Uma vez, a Gabrielle me disse o quanto seria muito bom se as pessoas respeitassem os especiais. Ou seja, ela percebeu a diferença de tratamento. Os portadores de Síndrome de Down são muito carinhosos e sempre têm amor para dar. Não merecem ser desvalorizados”, ressaltou.

    Entre os benefícios oferecidos pela dança estão a interação, a melhoria do humor e a consequente diminuição do estresse, o que afasta a depressão. Matriculada na aula há cerca de três meses, Gabrielle afirma que a atividade representa uma oportunidade de crescimento.

    “A dança ajuda a construir uma mente nova e a fazer exercício. A vida da gente mudou. O coração ficou mais leve, se soltou mais. Meu sonho é conseguir um emprego e fazer um curso. Quero construir minha vida”, destacou a jovem.

    Passos de liberdade
    Além dos alunos portadores de Síndrome de Down, a turma é composta pela deficiente visual Gleiciane de Sousa, de 15 anos. Segundo a mãe, Andrea de Sousa, a jovem – que perdeu a visão quando ainda era recém-nascida – descobriu uma nova oportunidade na dança.

    “A atividade ajuda muito na mobilidade. Os deficientes visuais se sentem um pouco presos, com medo de bater nas coisas. Fiquei com medo de matricular minha filha na turma, mas ela se desprendeu muito rápido. Minha filha se solta bastante em todas as músicas”, afirmou.

    Para coreografar Gleiciane, o professor conduz seus movimentos de acordo com a música. Após algumas repetições, a jovem liga a coreografia ao ritmo.

    “Nas aulas, a limitação não representa exclusão, mas uma espécie de adaptação. É inexplicável a sensação de ensinar pessoas tão especiais. Eu me renovo a cada aula. A dança os destaca como seres humanos”, afirmou Luciano.


    O FLUMINENSE
    Tamanho da fonte: A- A+ Por: Roberta Thomaz 11/06/2012


    Aulas de hip-hop transformam a vida de portadores de síndrome de down, e ajudam, principalmente na interação com as pessoas e no afastamento da depressão


    A dança é uma forma de expressão humana que, além de prevenir fatores de risco para saúde, também pode contribuir para a inclusão social. Consciente desses benefícios, Luciano Motta, professor de hip-hop da Urban Dance Center, mergulhou num grande desafio: direcionou suas aulas a portadores de Síndrome de Down.

    “A iniciativa surgiu de uma conversa com duas amigas, a Cláudia e a Conceição, que têm sobrinhas especiais. Muitas vezes, os portadores de Síndrome de Down são tratados como doentes e deixados de lado pela sociedade. A turma começou com três pessoas e, hoje, já está com dez”, orgulhou-se o professor.

    As aulas acontecem todos os sábados, às 8h, no Parque Palmir Silva, no Barreto. Inicialmente, os alunos dançam um tema livre para que “se soltem e possam ser observados”. Assim, o professor elabora as atividades de acordo com os limites e dificuldades de cada um. De acordo com a funcionária pública Cláudia Sudré, tia de Anna Carolinne Sudré, de 24 anos, a dança contribuiu para o amadurecimento da sobrinha.

    “A atividade resgatou a confiança da Carolinne, que amadureceu muito. Ela agora quer falar, fazer e acontecer. Além disso, passou a trabalhar melhor o limite de espaço”, afirmou.

    Colega de trabalho de Cláudia e tia da jovem Gabrielle dos Santos, de 20 anos, Conceição Santos destaca a importância da inclusão social de pessoas portadoras de necessidades especiais.

    “A inclusão é linda na teoria, mas complicada na prática. Uma vez, a Gabrielle me disse o quanto seria muito bom se as pessoas respeitassem os especiais. Ou seja, ela percebeu a diferença de tratamento. Os portadores de Síndrome de Down são muito carinhosos e sempre têm amor para dar. Não merecem ser desvalorizados”, ressaltou.

    Entre os benefícios oferecidos pela dança estão a interação, a melhoria do humor e a consequente diminuição do estresse, o que afasta a depressão. Matriculada na aula há cerca de três meses, Gabrielle afirma que a atividade representa uma oportunidade de crescimento.

    “A dança ajuda a construir uma mente nova e a fazer exercício. A vida da gente mudou. O coração ficou mais leve, se soltou mais. Meu sonho é conseguir um emprego e fazer um curso. Quero construir minha vida”, destacou a jovem.

    Passos de liberdade
    Além dos alunos portadores de Síndrome de Down, a turma é composta pela deficiente visual Gleiciane de Sousa, de 15 anos. Segundo a mãe, Andrea de Sousa, a jovem – que perdeu a visão quando ainda era recém-nascida – descobriu uma nova oportunidade na dança.

    “A atividade ajuda muito na mobilidade. Os deficientes visuais se sentem um pouco presos, com medo de bater nas coisas. Fiquei com medo de matricular minha filha na turma, mas ela se desprendeu muito rápido. Minha filha se solta bastante em todas as músicas”, afirmou.

    Para coreografar Gleiciane, o professor conduz seus movimentos de acordo com a música. Após algumas repetições, a jovem liga a coreografia ao ritmo.

    “Nas aulas, a limitação não representa exclusão, mas uma espécie de adaptação. É inexplicável a sensação de ensinar pessoas tão especiais. Eu me renovo a cada aula. A dança os destaca como seres humanos”, afirmou Luciano.


    O FLUMINENSE

     

     

    RECADO DO PROFESSOR LUCIANO MOTTA

                   
    QueridosAmigos
    Sou professor já há alguns anos de dança.
    Sempre sinto alguns pensadores   para os meus alunos.
    Entre uns passos e outros.
    Entre dias alegres e outros mais cheios de agitações do cotidiano.
    Tento levar a dança aos meus alunos,
    com ALGO  MAIS.
    Afinal,somos um  pouco  diferentes no modo de ser.
    Então: cito  estes pensadores no meio da dança 
    e dos diálogos agradáveis,para conhecê.los melhor.
     Afinal, o objetivo Projeto ARTE DE DANÇAR e levar a todos
    o resgate de sua cidadania.

         

    AI  VAI OS PENSAMENTOS EM QUE ME FIXO
     
    E os que foram vistos dançando foram julgados insanos pelos que
     não conseguiam ouvir a música.



    Não é o ritmo nem os passos que fazem a dança
    Mas a paixão que vai na alma de quem dança.
    Augusto Branco



    Ter fé é dançar na beira do abismo
    Friedrich Nietzsche



    Quem não ouve a melodia acha maluco quem dança...
    Oswaldo Montenegro



    HIP HOP modificando personalidades


     diz o professor LUCIANO MOTTA em seu PROJETO 
    ARTE DE DANÇAR
    A meninada modifica sua postura,seu físico e sua mente.


     


    DANÇANDO HIP HOP

                                          

                 
                     

                                    

    Origens, História e Variantes

                       

    Origens, História e Variantes

    Freeze.
    O principal artista da época era Mister Dynamite, James Brown]], conhecido não só por sua voz ou canções, mas também por toda sua performance estética, que deu origem a todos os pop-stars que vemos hoje em dia(vivos ou mortos). (Ex: Michael Jackson, Prince, e etc.). James Brown era idolatrado principalmente nos redutos negros e latinos das grandes metrópolis e influenciava todos os jovens com sua dança, chamada Good Foot (Pé Bom). No Brasil essa dança é chamada de Soul, pois é o estilo de música que Brown cantava.Muito dificil e ddgbohol como eles chamam!!!
    No Bronx, a influência do Good Foot levou à criação de um passo chamado Top Rocking. depos foi somada a dança rocking (Brooklyn rock)(Essa dança usava qualquer tipo de provocação vistas na TV, em filmes, etc. Preferiam provocar a brigar, na mais pura malandragem, utilizando a dança. Nesta mesma época, no Brooklyn, o que víamos era praticamente a mesma dança, utilizando passos diferentes além da combinação de ataques e defesas simultâneas, feitas por mais de um dançarino. Esta dança foi chamada de Brooklyn-Rock ou Up-Rock. Devido ao grande sucesso, surgiram equipes especializadas em combater com o Up-Rock.
    O Bronx, notando que sua dança era menos chamativa que o Brooklyn-Rock já que este contava a participação de mais de um dançarino o confronto entre esses dois Up-Rockers era muito mais contundente que a de um Top-Rocker começou-se a experimentar novas concepções; com isso o Top-Rock rapidamente desceu para o chão criando-se o Floor-Rock (Dança de chão) ou Foot Work (Trabalhos dos pés). Essa dança consiste em praticamente se dançar o Top-Rocking em movimentos circulares de acordo com ritmo da música logicamente com as mãos e pés no chão ao mesmo tempo. O término deste movimento chama-se de freeze (congelar); a força, rapidez e ousadia rapidamente suplantou o cenário Up-Rocking. A partir desse momento todos queriam fazer Foot Work .
    Nas Block Parties o pessoal esperava o dj Kool Herc começar a brincar com os Breaks (intervalos de compasso) e fabricar os beats. Como essas festas aconteciam principalmente no Bronx a dança predominante era o Top ou Floor Rocking então Kool Herc costumava pegar o microfone e anunciava a performance dos B-boys, aqueles que dançam nos intervalos da música. Com isso toda a dança do Bronx e Brooklyn acabaram sendo unificadas sob o nome de B-boying.

    No Boom do Break que aconteceu mundialmente, todas as danças não importavam se fosse Locking ou B-boying ou Popping apareciam sob o nome até hoje conhecido mundialmente pela mídia como Breakdance.Isso é muito errado pois a midia na caracteriza direito e assim nao da os devidos valores aos seu criadores e aperfeiçoadores que ajudaram a criar novos passos na época.
    Vários grupos aderiram ao break, os grupos são denominados de "crew" que em inglês significa equipe, gangue ou grupo,o que hoje parece moda vai muito além de vestir uma roupa ou um boné e sair por ai dizendo "sou do breakin ou sou do hip hop" a cultura é bem mais alta é na verdade uma manifestação do movimento hip-hop.
    A dança breakin vem caminhando cada vez mais com passos largos estando presente hoje em filmes,novelas,seriados,comerciais,shows e ate mesmo grande competiçoes a niveis mundiasis como redbull bc one,battle of the year, freestyle session, master crews, the notorious ibe, r16 entre outros. hoje em dia a dança breakin assim sendo a unica dança original da cultura hip hop(poppin,locking são funkstyles)se expande cada dia mais, as Bgirls tambem se destacam hoje em dia em campeonatos apresentaçoes e shows. hoje a cena é mais forte tambem graças ajunçao dos saltos mortais, powermoves(movimentos poderosos ou spins(giros)e a criatividade dos novos Bboys e bgirls, sempre é importante lembrar que evoluir é preciso manter a essencia é obrigatorio para não deturpar o estilo original que a base é TOPROCK(e UPROCKS), FOOTWORKS(LEGWORKS E POWER MOVES) E FREEZES. alem de também não sermos preconceituosos com quem faz somente os power moves e explicar para eles a importancia de dançar na batida da musica!

    Referências

     

    Breakdance



    Breakdance (também conhecido como breaking ou b - boying em alguns lugares) é um estilo de dança de rua, parte da cultura do Hip-Hop criada por afro-americanos e latinos na década de 1970 em Nova Iorque, Estados Unidos.

    Normalmente é dançada ao som do Hip-Hop ou de Electro.

    O breakdancer, breaker, B-boy, ou B-girl é o nome dado a pessoa dedicada ao breakdance e que pratica o mesmo ou faz Beat box. Inicialmente, o breakdance era utilizado como manifestação popular e alternativa de jovens para não entrar em gangues de rua, que tomavam Nova Iorque em meados da década de 1970.1 Atualmente, o breakdance é utilizado como meio de recreação ou competição no mundo inteiro.

    HISTÓRIA DA DANÇA DE RUA








    História da Dança de Rua

    A Dança de Rua surgiu através dos negros das metrópoles Norte Americanas. As primeiras manifestações surgiram na época da grande crise econômica dos EUA, em 1929, quando os músicos e dançarinos que trabalhavam nos cabarés ficaram desempregados e foram para as ruas fazer seus shows. Em 1967, o cantor James Brown lançou essa dança através do Funk. O Break, uma das vertentes do Street Dance, explodiu nos EUA em 1981 e se expandiu mundialmente, sendo que, no Brasil, devido à sua cultura, os dançarinos incorporaram novos elementos de dança.

    A Dança de Rua quando vinculada ao movimento Hip Hop (Hip do inglês - quadril; Hop - pulo) toma um outro sentido na história e em sua formação.
    Existem vários estilos de dança dentro do Hip Hop, entre eles temos:

    1.O Breaking, executados pelos B.Boys ou B.Girls
    2.O Locking, executados por lockers
    3.O Popping, executado por poppers
    4.As Social Dances

    O "Break Beat" é a batida de fundo repetitiva muito conhecida pelos Mcs em seus shows, os Djs entram e tocam a música e os dançarinos (b.boys ou b.girls) fazem a sua dança nessa batida da música.


    Difere-se do Street Dance pois o Hip Hop utiliza-se das danças sociais conhecidas como, harlem shake, happy feet, monastery e etc, enquanto o Street Dance além desses estilos se utiliza também das linguagens corporais do Jazz, Dança Contemporânea, e outros movimentos conhecidos pelo corpo do dançarino e do coreógrafo. Em outras palavras, o Hip Hop é um estilo de dança mais dinâmico, já que este veio de festas, enquanto o Street Dance veio das academias e limita-se mais as coreografias.


    Uma das grandes características do Street Dance vinculada ao Hip Hop é a improvisação, que algo momentâneo e acontece com mistura de linguagens entre, encenação teatral, mímica e dança. Tem o seu nascimento nos Estados Unidos da América, o leste e o oeste norte americano tem expoentes diferentes de estilos e de representantes no Street Dance.

    A LINGUAGEM HIP HOP


    Como não poderia deixar de ser as danças em seus vários estilos também carregam
     uma cultura específica de cada povo, tribo ou estilo. Tem ligação direta com a história,
     folclore e vivências. São influenciadas por essas questões e muitas vezes trazem 
    uma linguagem específica. Isso é oque ocorre no Hip Hop e Dança de Rua. 
    Para compreender o que os manos falam é necessário mais do que atenção. 
    Eles utilizam uns vocabulários próprios, provenientes de uma linguagem coloquial.
     Nas letras de rap e na fala dos hip hoppers encontramos um novo universo 
    de palavras, que foram recolhidas de bate-papos e de pesquisas em sites
     especializados no tema.   
        
    São neologismo, a maioria criada por eles, que misturam o português com o inglês. 
    Essas gírias renovam-se a cada dia e dependendo da região, têm outros significados.

    A seguir, algumas dessas expressões:
    3D – conhecimento também como virtual, é um tipo de grafite que utiliza o joga de luz e sombra para dar definição á forma.
    4P – Poder para o povo preto. Antigo lema do black power, retomado pelo grupo DMN.
    á pampa – muito legal.
    Atitude- palavra indispensável no vocabulário hip hop. Eles geralmente dizem: “para fazer parte do grupo não só é preciso ter consciência, mas também atitude”. Termo que sintetiza a linha de conduta que o grupo espera de cada um.

    Back to back – performance dos DJs usando dois discos iguais, invertendo o sentido da rotação a intervalos aleatórios.
    Baladas – Festas.
    Bass – tipo de batida rítmica mais pesada.
    Bate-cabeça – estilo de rap mais ouvido pelos skatistas. Tem uma batida forte e pesada.
    b.boy – “b” é abreviação de break e boy significa garoto. O termo refere-se ao garoto que dança break , um dos elementos artístico da cultura hip hop. Feminino: b. girl.
    Beat – batida. Os grupos de rap cantam em cima de um fundo instrumental (base) de forte apelo rítmico.
    Beat Box – batida improvisada feita com a boca pelo DJ ou pelo rapper.
    Bembolado – mistura de idéias.
    b.girls – feminino de b.boy.
    Bite – escritor de grafite que copia o estilo de outro, aquele que não têm idéias próprias.
    Bombeta – boné.
    Box – radiogravador de grande porte usado nas rodas de break.
    Boy – garoto rico ou de classe média.
    Break – dança de solo, praticada em rodas, como a capoeira. Os movimentos são quebrados e assemelham–se, basicamente, aos gestos de robôs.
    Breakers – dançarinos do break.

    COMO COMEÇOU O HIP HOP?

     

    A cultura hip hop é formada pelos seguintes elementos: 
    O rap, o graffiti e o break.
    Rap – rhythm and poetry, ou seja, ritmo e poesia, que é a expressão musical-verbal da cultura;
    Graffiti – que representa a arte plástica, expressa por desenhos coloridos feitos por graffiteiros, nas ruas das cidades espalhadas pelo mundo;
    Break dance – que representa a dança.

    Os três elementos juntos compõe a cultura hip hop.
    Que muitos dizem que é a “CNN da periferia”, ou seja, que o hip hop seria a única forma 
    da periferia, dos guetos expressarem suas dificuldades, suas necessidades de todas classes excluídas…
    O termo hip hop, alguns dizem que foi criado em meados de 1968 por Afrika Bambaataa.
     Ele teria se inspirado em dois movimentos cíclicos, ou seja, um deles estava na forma pela qual se transmitia a cultura dos guetos americanos, a outra estava justamente na forma de dançar popular na época, que era saltar (hop) movimentando os quadris (hip)…
    Em meados dos anos 70 no Bronx, cidade de Nova Iorque, só existiam dois bons deejays conhecidos que eram Kool D.J. Herc e Kool Dee.
    Kool D.J. Herc foi o maior e mais seguido de todos os D.Js. do Bronx.
    De qualquer modo em meado dos anos 70 outro jovem D.J. que foi inspirado por kool D.J. Herc, Kool D.J. Dee, Disco King Mario, começou aparecer e crescer no cenário da música B.Beat chamado Afrika Bambaataa.
    Ele tinha algo de grandioso da música B.Beat de Kool Herc, ele começou a trazer novos discos e fazia as pessoas dançarem como um trovão, e decidiu de chamá-los de ZULU NATION. Nos próximos anos Bambaataa seria o responsável por várias gírias no movimento. Nesta mesma época apareceu outro D.J. com o nome de Grand Máster Flash, que ajudou a reformular o jeito de rimar em cima dos Break Beats. Não foram Sugarhill Gang, D.J. Hollywood ou Eddie Chebba e Kurts Blow que começaram a rimar em cima dessas batidas, foram realmente Grand Máster Flash, Mele mel, Kid Creole e Keith Cowbow que começaram o fenômeno das rimas.
    Se existe alguém responsável pela criação da música Break Beat, foram Kool D.J. Herc, Afrika Bambaataa e Grand Master Flash, os que vieram depois só ajudaram a construir o que chamamos de HIP-HOP.

    O RAP:
    O   rap quer dizer ritmo e poesia.
     Ao contrário de que muitos pensam e dizem por aí, o rap foi criado na Jamaica e não nos Estados Unidos… 
    Por volta de 1960 na Jamaica existiam os “sound systems” muitos populares na ilha, pois sem dinheiro a população dos guetos iam para as ruas e ficavam escutando músicas nesses “sound systems” que eram na época algo como hoje em dia é um trio elétrico para nós aqui, só que em escalas bem, mais bem menores
    …Daí então com as músicas com ritmos jamaicanos rolando os “toaster” que eram como os mc’s (mestre de cerimônias de hoje) ficavam falando frases e discursos sobre as carências da população, os problemas econômicos, a violência nas favelas, enfim sobre a dificuldade em geral da classe baixa dos guetos…
    A ida desta nova forma de música para América até então, aconteceu no início de 1970, pois vários jamaicanos tiveram que deixar a ilha do Caribe e emigrarem para a América por problemas econômicos e políticos….
    Um dos caras que foram para os USA e desembarcaram em Nova Iorque, foi o dj Kool Herc – trazendo em sua bagagem toda a sua experiência naquele ritmo dos guetos da Jamaica…
    Daí então com a divulgação do novo estilo de se fazer música até então, desconhecido por lá, começou a surgir grupos de rap por todo gueto de NY…
    Quanto ao primeiro registro fonográfico de rap, a divergências entre os estudiosos, alguns dizem que foi o grupo “Sugar Hill Gang” que gravou o 1º registro em vinil para o grande público, outros falam que foi o grupo “Fatback” com a célebre “King Tim Ill” por volta de 1978…
     O GRAFFITI
    O graffiti em si não há uma citação na história do hip hop onde ele começou primeiro, ou de que forma foram criadas letras e formas de se desenhar, mas há quem diga que ele foi o primeiro elemento a se formado. Naquela época gangues disputavam demarcando becos, muros e trens com seus nomes. Aos poucos a demarcação foi tomando segundo plano para uma verdadeira e nova forma de expressão artística, onde garotos com seus elementos futuristas ditavam novos estilos com o bico do ‘spray’ (nuts).
    A influência latina é algo que podemos dizer que existe muito forte em todo trabalho…pois os maiores artistas veêm de países como, Colombia, Porto Rico e Bolívia…dos vários artistas do graffiti mundial citamos, Ramon Herrera, Lee Quiñones, Miguel”paco paco”Ramirez, Sandra “lady pink” Fabara, Futura, entre vários outros…
     O HIP HOP NO BRASIL
    O nome HIP HOP surgiu no Brasil na década de 80. Ainda não existiam movimentos que retratavam exatamente o fundamento, o significado na íntegra desta cultura, porque todo aquele povo da época (a grande maioria) desconhecia este nome HIP HOP. O que na época foi propagado e muito na mídia, era a febre chamada BREAK DANCE.
    Break era a dança do momento na época, que jamais deixou de ser um elemento importantíssimo e imprescindível para o crescimento do movimento no Brasil.
    Sendo assim: 1984, foi o ano oficial da chegada da Dança de Rua no Brasil e o surgimento dos B.Boyings, Poppings e Lockings.
    Dizem que existiram pessoas isoladas que já começaram a dançar em meados de 1983, mas foi mesmo em 1984 que a mídia, através dos jornais, documentários, revistas, comerciais de TV e filmes que propagou em massa a chegada da nova dança.
    Em todos os lugares via-se pessoas com roupas coloridas, óculos escuros, tênis de botinha, luvas, bonés e um enorme rádio gravador mostrando os primeiros passos, do que se tornaria mais tarde uma cultura bem mais complexa.
    Todos aqueles que tinham uma certa afinidade pela dança foram influenciados pelas cenas do filme Flash Dance, os vídeos clips de Lionel Ritchie, Malcom McLarem e outros. Sendo que não podemos deixar de mencionar em hipótese alguma que o Rei do Pop Michael Jackson, lançou para o mundo o famoso Back-slide, inventado pelo Grupo Electric Boogaloo, que muitos Poppers viram e utilizaram muito no Brasil.
    Na terra brasilis o hip hop na década de 80, contou também com as equipes de Som, estilo black music, como: Chic Show, Black Mad e Zimbabwe e algumas revistas. E é claro dos discos que apareciam na galeria da rua 24 de maio…
    Os primeiros talentos tupiniquins, Nelsão Black Soul ou Nelsão Triunfo dançando break, conhecido também como “homem árvore” e sua turma o “Funk Cia.”, que inclusive fizeram à abertura da novela Partido Alto, na Rede Globo, sem esquecer que o Funk Cia. já vinham de muito tempo atrás; desde a época do Black Power dançando Funky no bailes de São Paulo.
    Recém chegado dos E.U.A. um garoto chamado RICARDO do Grupo Electric Boogies, foi considerado por alguns o 1º B.Boy brasileiro, pois trazia do exterior os primeiros passos de Break para a revista: Dance o Break.
    Thaíde e o Humberto, ou melhor, o Dj Hum, MC Jack que também é DJ, Pepeu, Racionais Mc’s. General G.,Considerado o melhor vocal e a melhor levada de Rap, ele simplesmente desapareceu do mapa. MC Mattar, nome artístico (pseudônimo) utilizado por Marcelo Cirino.
    Quem não se lembra da música: “Mas que linda estás”??? Do Grupo Black Junior’s. Os irmãos Metralhas, também apareciam no cenário.
    Esses nomes mencionados acima, embora alguns desconheçam e ignoram o fato, foram os primeiros Rappers a gravar disco de vinil
    Grandes nomes como Fábio Macari, DJ Cuca e a dupla dinâmica, bombástica e irreverente de brancos, chamada: “Dinamic Duo”, foram e são as verdadeiras enciclopédias do Hip Hop no Brasil.
    Na época existia um concurso nacional de Break, o inesquecível Programa de auditório Barros de Alencar, que apresentou os grandes Poppers como Os Cobras e as Buffalo Girls e a grande final entre Os Dragon’s Breaker’s versus Gang de Rua (de Santos).
    O Gang de Rua, foi fundado por Marcelo Cirino, e contava com mais três integrantes: Tijolo, Jorge Paixão e Daniel Paixão (hoje o rapper da gravadora Trama: Criminal D.).
    Depois da febre de 85, surgiram nomes como: Back Spin, Jabaquaras Breakers, Red Crazy Crew, Street Warrior’s e Nação Zulu, que mantiveram vivo a arte do B.Boy.
    Toda essa galera se encontrava na 24 de maio, em São Paulo, mas, começaram as implicações das lojas, com isso tiveram que mudar de localidade, indo para a Estação São Bento do metrô…Com uma divisão ocorrendo neste período da São Bento, outro grupo foi para a Praça Roosevelt e dalí surgiu o “Sindicato Negro”.

    Já em agosto de 1989 um cara chamado Milton Salles criou a MH2O “Movimento Hip Hop Organizado”, ele Sales nesta época era produtor dos Racionais Mc’s e foi até 1995, ao MH2O foi muito importante pois criava várias oficinas nas periferias, shows gratuitos nos guetos e divulgou muito o rap para o grande público…….
    Hoje em dia, Milton Sales é responsável pela Companhia Paulista de Hip Hop, que continua tendo o mesmo intuito divulgar a cultura do hip hop.
    Os 4 elementos do Hip Hop são:
    - O BREAK: representa o corpo através da dança;
    - O MC : a consciência, o cérebro;
    - O DJ: a alma, essência e raiz;
    - O GRAFFITI: a expressão da arte, o meio de comunicação…
    Hoje em dia, existem muitos hip-hopeiros espalhados pelo Brasil, principalmente em São Paulo, que se auto-intitulam os conhecedores e entendidos da cultura. Dizendo que isso é, isso não é Hip-Hop, ao invés de fazer algo para o engrandecimento ainda maior do movimento, e não fazeM

    Fonte.A.D;